13/03/2017

Nos dias 21 e 22 de fevereiro aconteceu a Open Innovation Week 2017 no centro de convenções Rebouças, em São Paulo – SP. Muitas palestras sobre inovação, ministradas por grandes empresas e instituições, e negociações entre startups e investidores rolaram por lá.

De acordo com a organização, a Open Innovation Week reuniu 150 startups e 100 grandes empresas, promovendo, no mesmo ambiente, o encontro de empreendedores, executivos e pesquisadores da comunidade científica, com o intuito de engajar e propor novas práticas e metodologias de modelos de negócios para a inovação.

Com o tema central “Novos modelos de negócios para​ inovação”, a 9ª edição da Open Innovation Week destacou a importância da inserção de empresas de base científica e tecnológica, em conjunto com as digitais, para a colaboração aberta com companhias de diferentes setores da indústria.

IBM, 3M, Accenture, HP, Microsoft, Dow, Cemig, Atlas Schindler, Johnson&Johnson, Grupo Algar, AES Brasil, Votorantim, Whirpool, BRF, Roche, Senai, Catho, Natura e Grupo Oncoclínicas foram algumas das empresas e startups que participaram esse ano do evento.

Para John Biggs, diretor de P&D na América Latina da Dow, associada Anpei, que palestrou sobre como as empresas multinacionais estão mudando a forma de trabalhar, “as parcerias com institutos e universidades locais são fundamentais para as empresas multinacionais”.

De acordo com Fábio Pires, gerente de desenvolvimento industrial do Senai, “67% das empresas buscam aumento da competitividade via inovação em 2017”.

“A inovação tem que fazer parte da estratégia da empresa a médio e longo prazo”, disse Ricardo Kahn, gerente de inovação, marketing e estratégia da AES, sobre cultura de transformação empresarial.

Assim, segundo Bruno Rondani, cofundador da Open Innovation Week, o evento se consolidou como um importante palco mundial de conexão e geração de negócios de inovação aberta entre pequenas e grandes companhias. “Em 2016, a 8ª Oiweek proporcionou mais de 1.000 reuniões entre as top startups e as grandes empresas. De lá, mais de 100 contratos e parcerias foram firmadas. Por isso, nosso objetivo principal é mostrar que é possível conectar modelos e portes de negócios tão distintos para gerarem negócios que impactam diretamente em diversas áreas da sociedade, como saúde e bem-estar, educação, energia, finanças, construção e cidades inovadoras”.